Mikosz & Mythosz

Arte e Consciência

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Wasiwaska Visionária

WASIWASKA é um Centro de Pesquisa Internacional sobre Plantas Psicointegradoras, Arte Visionária e Consciência. Todos os anos o Centro reúne cientistas e artistas que se dedicam a estudos sobre temas diversos relativos à consciência. O Prof. Dr. Luis Eduardo Luna, antropólogo, diretor do Centro, é referência mundial sobre os temas tratados ali.

O Prof. Luna foi meu principal mentor e orientador durante minha tese de doutorado. Desde o início sua simpatia e competência firmou entre nós um relacionamento de colaboração e amizade. Desde então tenho participado de alguns encontros na Wasiwaska que tem sido de vital importância nas minhas pesquisas sobre Arte e Consciência, notadamente a Arte Visionária.

Wasiwaska

Entrada do Instituto

Abaixo uma das pinturas de Pablo Amaringo do acervo da Wasiwaska. Está sendo planejado um Simpósio de Cultura Visionária para 2011 em Florianópolis, onde parte do acervo estará presente para exibição, possibilitando ao público ver de perto obras consagradas de Arte Visionária.

Pablo Amaringo

Pintura de Pablo Amaringo

Na foto seguinte, dos seminários de agosto de 2008, da esquerda para direita estão: Prof. Manuel Torres (Arte Historiador e Arqueólogo), Donna Torres (Artista Visionária), Dra. Claudia Mueller-Ebeling (Arte Historiadora) e o Dr. Christian Rätsch, um dos mais importante etnofarmacologistas da atualidade e também artista visionário e escritor, foi amigo pessoal de Albert Hoffman.

Pesquisadores Wasiwaska

Intervalo entre os Seminários

Na próxima foto Michael Winkelman e sua esposa Cindy numa visita a Curitiba. Winkelman é um dos Organizadores da Wasiwaska. Antropólogo americano da Universidade de Fênix com vários estudos sobre xamanismos e também de uma abordagem biocultural da religiosidade como no livro Supernatural as Natural – A Biocultural Approach to Religion de sua autoria.

Mikosz, Cindy e Winkelman

Mikosz, Cindy e Winkelman

Um dos momentos importantes para mim foi participar dois dias do Seminário de Arte Visionária realizado em janeiro de 2010, ministrado pelo Prof. Luna e os artistas visionários Alex Grey e Allyson Grey. Nesse encontro tive oportunidade de pedir autorização para usar imagens de autoria desses dois importantes artistas para meu livro que será lançado em 2011 e que reúne anos de pesquisa sobre o tema, resultando na minha tese de doutorado defendida em abril de 2009. Hoje a Arte Visionária se torna cada vez mais conhecida no Brasil e me sinto feliz de encabeçar essa pesquisa sobre arte e consciência atualmente por aqui (CAPES/CNPQ). A Arte Visionária vem se tornando um modismo, como sempre acontece quando algo ganha alguma notoriedade, mas muitos não sabem direito do que se trata. Além de algumas postagens nesse blog, algumas informações podem ser obtidas aqui.

Oficina de Arte Visionária

Alex Grey e Mikosz tentando afastar eletronicamente os pernilongos!

Allyson Grey

Allyson Grey durante o Seminário

Seminário de Arte Visionária

Alguns dos participantes de várias parte do mundo.

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Infância

Certamente meu interesse em artes visuais foi influenciado por minha mãe.
Quando eu tinha 4 anos de idade eu a acompanhava até a EMBAP onde ela tinha aulas de pintura com Guido Viaro. Até hoje tenho imagens das pinturas que eu fazia lá.
Fui um pintor genial e profícuo quando pequeno. Hoje apenas vivo da fama adquirida desde então 🙂
Abaixo algumas das obras que fizeram parte de minhas pesquisas artísticas da época:

Essa foi do período neoplástico. Mondrian questionou a centralidade exagerada da composição. Não ficou muito feliz com o círculo embaixo à direita. Ele disse que estava muito subjetivo, pouco espiritual, mas se conformou com a cor verde, já que continha o azul e o amarelo usados por ele.

Essa árvore também fiz pra impressionar o Mondrian e homenagear suas fases anteriores, mas ele disse que eu devia consultar alguns japoneses antes.

Eu não entendi o lance dos japoneses e, então, fiz essa acima, pois havia me interessado pelos trabalhos de alguns fauves e sua liberdade no uso da cor.

Querendo concorrer, enfim, havia descoberto que no mundo temos que ser geniais e concorrer, sempre concorrer: segui os exemplos de Gauguin com o Cristo Amarelo e de Anita Malfatti com o Homem Amarelo, criei então a Mulher Amarela.

Depois enjoei e criei uma mulher mais nítida, porém poucos artistas foram tão objetivos e sintéticos como eu fui (coitados!).

Todo grande artista, principalmente do século passado, teve uma fase Expressionista Abstrato, como dotado de grande talento, aderi a idéia, enfim, era 1960!!!

Mas achei divertido por pouco tempo. Então resolvi aderir a Arte Pop. Como era muito pequeno, entendi errado e troquei Sopa por Sapo e fiz minha série de Sapos Campbell, para estar atualizado com o tio Andy Warhol.